A atividade

A Fisioterapia

“Centra-se na análise e avaliação do movimento e da postura, baseadas na estrutura e função do corpo; utilizando modalidades educativas e terapêuticas específicas, com base, essencialmente, no movimento, nas terapias manipulativas, e em meios físicos e naturais, com a finalidade de promoção da saúde e prevenção da doença, da deficiência, da incapacidade e da inadaptação e de tratar, habilitar ou reabilitar, utentes/clientes com disfunções de natureza física, mental, de desenvolvimento ou outras, incluindo a dor, com o objectivo de os ajudar a atingir a máxima funcionalidade e qualidade de vida”

Ministério da Saúde
Dec. Lei nº261/93 24 de Julho

 

O Fisioterapueta

Trata e/ou previne perturbações do funcionamento músculo-esquelético, cardiovascular, respiratório e neurológico, actuando igualmente no domínio da saúde mental e saúde da mulher. A sua intervenção processa-se numa perspectiva bio-psico-social e tem em vista a obtenção da máxima funcionalidade dos utentes no seu desempenho, com base numa avaliação sistemática, planeia e executa programas específicos de intervenção, para o que utiliza, entre outros meios, o exercício físico, terapias manipulativas, electroterapia e hidroterapia. Desenvolve acções e colabora em programas no âmbito da promoção e educação para a saúde. Actua, essencialmente em, hospitais, centros de reabilitação, centros de saúde, estabelecimentos termais, departamentos de saúde ocupacional de empresas, estruturas desportivas, escolas, instituições de ensino especial e instituições de apoio a idosos.

“Ensino dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica”, Ministério da Saúde, Departamento de Recursos Humanos da Saúde, Centro de Formação e Aperfeiçoamento Profissional, Lisboa Novembro de 1989

Actua…
“… Em conformidade com a indicação clínica, pré-diagnóstico, diagnóstico e processo de investigação ou identificação…”

Cabe-lhe… 
“… conceber, planear, organizar, aplicar e avaliar o processo de trabalho no âmbito da respectiva profissão…”

Exerce as Suas Funções… “…Com plena responsabilidade profissional e autonomia técnica, sem prejuízo da intercomplementaridade ao nível das equipas em que se inserem…”

Compete-lhe … 
“… assegurar, através de métodos e técnicas apropriados, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação do doente, procurando obter a participação esclarecida deste no seu processo de prevenção, cura, reabilitação ou reinserção social.”
“… assegurar a gestão operacional da profissão no serviço em que está inserido.”

Ministério da Saúde
Dec. Lei n°564/99, de 21 de Dezembro.

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